Biografias

The Beatles

Site oficial: http://www.beatles.comdisco

Biografia

Os meninos de Liverpool surgiram na década de 60 e foram responsáveis pela invasão do rock and roll britânico nos Estados Unidos. Influenciaram os jovens de sua geração com seus cortes de cabelos, roupas e consciência social.
Mesmo com o final do grupo em 1970 seus ex-integrantes iniciaram carreiras solos de grande sucesso. É considerado o grupo musical de maior sucesso da história com mais de um 1,5 bilhão de álbuns vendidos em todo o mundo, influenciaram e continuam influenciando bandas do mundo inteiro.
Os Beatles realizaram seus primeiros shows no famoso The Cavern Club, Liverpool, Inglaterra. Foram descobertos no ano de 1962 pelo empresário Brian Epstein, tendo um contrato assinado com a gravadora EMI. O primeiro trabalho realizado em 1962 alavancou sucessos como P.S. I Love You e Love Me Do.
O grupo foi responsável pela Beatlemania devido a sua influência sobre os jovens que se vestiam como os Beatles, cortavam os cabelos como estes e adquiriam qualquer tipo de material publicitário que falasse sobre a banda, não apenas discos.
Em 1965, foi lançada a canção Help marcando o fim da beatlemania e a pressão que sofriam para atender aos fãs e à gravadora. No final deste mesmo ano foi lançado o LP “Rubber Soul” com elementos complexos e letras mais elaboradas.
No ano de 1967 foi à vez do álbum “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”. O declínio da banda surgiu no mesmo ano com a morte de seu empresário, apesar de terem bons trabalhos realizados não conseguiam pagar as dívidas com a nova gravadora, Aple.
Os Beatles anunciaram sua separação em 1970, logo após o lançamento de Leat it Be, até hoje os garotos de Liverpool fazem um sucesso estrodonso com milhares de fãs espalhados por todo o mundo.

Bee Gees

Site oficial: http://www.beegees.com

Biografia

O grupo de Pop Rock e Dance era formado pelos irmãos britânicos Barry Gibb, Robin Gibb e Maurice Gibb, sendo os dois últimos gêmeos. Quando criança, os garotos costumavam aprontar muito. Em consequência de uma dessas travessuras, a família toda teve que mudar de cidade. Nesta época, mudam-se para a Austrália, onde a carreira começa a tomar forma.

Ainda na Inglaterra, por volta dos anos 50, os irmãos começaram a fazer dublagens de músicas famosas no cinema da época. O grupo foi ganhando notoriedade e passou a ser conhecido como The Brothers Gibb (Os Irmãos Gibb), que mais tarde deu origem ao tão popular nome Bee Gees.

Na Austrália, no final da década de 50, o grupo começou a se apresentar em hotéis e clubes, fazendo diversas aparições em programas televisivos da região. Entre 1963 e 1966, o Bee Gees lançou dois álbuns e treze singles, num total de 35 músicas, dentre elas estavam “Three Kisses of Love” e “I Was a Lover, a Leader of Men”. Estes trabalhos foram lançados apenas para a Austrália.

O ano de 1967 é marcado pela volta da família Gibb para a Inglaterra, levando com eles dois músicos australianos, o baterista Colin Peterson e o guitarrista Vince Melouney, que faziam parte da banda de apoio dos irmãos no começo da carreira. Com esta formação, conseguiram um contrato com uma gravadora e lançaram o primeiro álbum distribuído mundialmente: “Bee Gees’ 1st”.

Ainda neste ano, o grupo lança o single “New York Mining Disaster 1941”, levando como nome da banda Be…es, que confundiu muitos fãs, pois remeteu à grupo do momento na época: Beatles. Devido a esta jogada, o single vendeu muito, e mais pessoas passaram a conhecer o trabalho da banda. Outro single lançado no mesmo ano, e ainda mais importante, foi “Massachusetts”, responsável por alavancar o sucesso do Bee Gees.

Com os próximos álbuns, a banda continuou repetindo o sucesso e crescendo constantemente. Alguns dos singles mais famosos desta época foram “To Love Somebody”, “Words”, “I’ve Gotta Get a Message To You” e “I Started a Joke”.

A banda sofre alguns desfalques em sua formação no final da década de 60, antes e durante a gravação do álbum “Odessa”.  Robin Gibb, Vince Melouney e Colin Petersen deixam a banda. Robin decide seguir carreira solo, e os dois outros irmãos continuam gravando pelo Bee Gees, lançando o álbum “Cucumber Castle”, em 1970.

Após os três se dedicarem a projetos paralelos, eles se reunem e lançam um novo álbum no final do mesmo ano, chamado “2 Years On”. Em 1971, o grupo lança o disco “Trafalgar”, contendo um dos maiores sucessos da carreira: “How Can You Mend a Broken Heart?”, além de “Country Woman”.

Apesar do estrondoso sucesso que faziam nesta época, o Bee Gees começou a decair pela utilização frequente do mesmo ritmo: o Pop Rock, que entrou em decadência apo o fim dos Beatles. Em consequência disso, o grupo teve o álbum “A Kick in the Head is Worth Eight in The Pants”, de 1973, rejeitado pela gravadora.

Foi em 1976, com o disco “Children of the World”, que a banda recuperou o fôlego e os fãs. O Bee Gees apostou numa levada mais dance, que era moda naquela época, e emplacou um dos maiores clássicos da Dance Music dos anos 70: “You Should Be Dancing”.

Um ano depois deste álbum, foram convidados para participar da trilha sonora do filme Saturday Night Fever (em português, Os Embalos de Sábado à Noite). O grupo conquistou ainda mais o público, principalmente através das músicas “Stayin’ Alive”, “How Deep Is Your Love?” e “Night Fever”.

Os integrantes dão uma pausa no final da década de 70 para, novamente, se dedicarem a projetos próprios. Em 1981, a banda volta com o disco “Living Eyes”. O trabalho não obteve sucesso como os anteriores, pois nessa época surgia o Punk Rock, tornando-se predominante nas rádios.

Após gravar algumas faixas para a trilha do Os Embalos de Sábado Continuam, a banda se separa novamente e os integrantes voltam aos projetos paralelos. Marcando a volta do grupo, em 1986, o Bee Gees lança “E.S.P.”, com o sucesso “You Win Again”. Três anos depois, em homenagem ao irmão e também cantor Andy Gibb, que falecera devido a problemas cardíacos, chega às lojas o disco “One”.

A década de 90 e o começo dos anos 2000 foram marcados por uma imensa variedade de singles e diversos álbuns lançados. Algumas das principais músicas foram “Alone”, Closer Than Close”, “Still Waters Run Deep”, “You Win Again” e “Chain Reaction”.

“This Is Where I Came In” foi o último álbum gravado pelo grupo, e trouxe canções como “Sacred Trust”, “Wedding Day” e “Just In Case”. Os integrantes do Bee Gees optam por mais uma pausa na carreira, porém, esta seria para sempre.

No dia 12 de Janeiro de 2003, Maurice Gibb, o vocal de apoio e instrumentista da banda, falece devido a um ataque cardíaco durante uma cirurgia. Barry e Robin Gibb anunciam o fim do Bee Gees alguns dias depois. Os dois continuam atuando em suas carreiras solos, e em 2006 se reuniram para duas apresentações especiais.

PholhasThe Pholhas

Site Oficial: http://www.pholhas.com.br

pholhas

Biografia

No final de 1968 na cidade de São Paulo, três rapazes: Paulo Fernandes, Oswaldo Malagutti e Helio Santisteban, haviam acabado de deixar a banda “Wander Mass Group” e pretendiam montar outro grupo que tivesse mais a ver com sua personalidade musical. Convidaram então o amigo Wagner “Bitão” Benatti, experiente guitarrista e vocalista (autor inclusive da música Tijolinho – um dos grandes sucessos da Jovem Guarda) que aceitou prontamente o convite e no início de 1969, mais precisamente no dia 18 de fevereiro, os quatro rapazes fizeram o 1o ensaio oficial da nova banda que ainda não tinha nome. Pouco tempo depois um grande amigo dos rapazes que estava sempre presente aos ensaios – Marco Aurélio o “Lelo”, sugeriu o nome PHOLHAS, que grafado com “PH” ficava bem original e foi logo aceito com entusiasmo por todos sem restrições.
Em maio daquele mesmo ano a banda fez sua estréia tocando em bailes e rapidamente fixou-se como uma das melhores de São Paulo conquistando cada vez mais seguidores fiéis nas suas apresentações.
Com essa crescente popularidade era inevitável que o caminho natural das coisas fosse a gravação do 1o disco, o que tornou-se realidade em 1972 quando dois diretores da gravadora RCA Victor foram a um ensaio dos rapazes ficando impressionados com a qualidade instrumental-vocal e as composições da própria banda, que havia optado por cantar e compor em inglês, até porque na época a maioria da programação das rádios e TVs era de sucessos internacionais e a MPB não tinha a mesma força como atualmente.
Em setembro de 1972 os PHOLHAS lançam seu 1° LP: Dead Faces do qual foi extraido um compacto duplo com as canções My Mistake, Pope, Shadow of love e My first girl, que chegou ao 1o lugar das paradas em apenas 3 meses após o lançamento, vendendo a fabulosa quantia de 450.000 cópias! Isso lhes rendeu o primeiro disco de ouro da carreira. O grande público chegou até a pensar que os PHOLHAS fossem um grupo estrangeiro, mas sempre fizeram questão de explicar que eram apenas 4 músicos brasileiros cantando em inglês com o objetivo de internacionalizar seu trabalho. A seguir vieram as canções She Made Me Cry, I Never Did Before e Forever, todas com vendagem superior a 300.000 cópias, firmando os PHOLHAS como um dos maiores fenômenos musicais brasileiros o que levou a RCA em 1975 a lançar o LP Dead Faces na Espanha e em toda América do Sul com o título “HOJAS” dando mais um disco de ouro ao grupo.
Em 1977 após 5 anos de seguidos sucessos a banda (bem como a maioria dos artistas da época) viu-se um pouco fora da nova onda mundial que surgia e estava fazendo a cabeça da moçada: a “discotheque”, tipo de música “mecanizada” que reinou absoluta em todas as casas de “shows”, rádios e TVs durante muito tempo. Os rapazes dos PHOLHAS não estavam dispostos a fazer esse tipo de música, nada tinha a ver com eles, preferindo dedicar-se com mais afinco à montagem do próprio estúdio de gravação. Porem, por obrigações contratuais e cedendo às fortes pressões da gravadora, gravaram o LP “O SOM DAS DISCOTHEQUES” contendo “covers” dos principais sucessos do gênero, chegando a vender mais de 150.000 cópias. Nessa ocasião Hélio Santisteban resolveu fazer carreira solo saindo então da banda. Em seu lugar entrou o tecladista Marinho Testoni, ex “Casa das Máquinas”. Resolveram então experimentar uma mudança radical no trabalho lançando no final de 1977 o disco “PHOLHAS” voltado para o rock progressivo com “pinceladas” do bom e velho rock’n’roll tradicional, tudo cantado em português como já vinham querendo fazer a algum tempo. O disco não chegou a ter uma vendagem igual aos anteriores mas acabou virando “cult” e ainda hoje é muito disputado pelos colecionadores.
Em 1978, é a vez de Oswaldo Malagutti deixar a banda para dedicar-se exclusivamente ao seu recem montado estúdio de gravações que hoje veio a tornar-se um dos maiores e melhores da América Latina o MOSH STUDIOS. Em seu lugar entrou o excelente baixista João Alberto que vinha de um vasto curriculo de bandas e naquele momento estava vindo da banda “Casa das Máquinas”.
No final de 1979 Hélio Santisteban abandona a carreira solo e a banda o acolhe novamente.
Preparam então um novo trabalho voltado ao estilo que os consagrou: cantando e compondo em inglês e lançam “Memories” no inicio de 1980.
Em 1981 Marinho Testoni sai da banda e a partir daí os PHOLHAS trabalham incessantemente compondo e produzindo muito, a agenda de “shows” cresce novamente. Nos anos seguintes lançam os discos:

“PHOLHAS”, de 1982 , último disco gravado na RCA.
· “WINGS”, de 1985, gravadora Lupsom, cujo título refere-se à versão para o inglês que fizeram do clássico Asa Branca do mestre Luis Gonzaga.

· “THE NIGHT BEFORE”, de 1987, gravadora Lupsom.
· “CÔRTE SEM LEI”, de 1988, gravadora Ecosom. Foi o 2o disco gravado em português.

· “DISCO DE OURO”, CD de 1995, gravadora BMG/RCA, relançamento dos maiores sucessos da carreira do grupo.

· “PHOLHAS, 25 ANOS”, de 1996, gravadora Laser, CD comemorativo dos 25 anos de gravações da banda reunindo 8 “covers” de grandes sucessos internacionais dos anos 60 e 70, duas canções inéditas: TRUE LOVE e WHEN YOU SAID GOODBYE e as regravações de My Mistake e She Made Me Cry.

· “PHOLHAS Forever, 26 anos”, de 1998, gravadora Laser, reunindo 12 “hits” dos anos 60 e 70, porem com novos arranjos.

· “DEAD FACES”, CD de 1999, gravadora BMG, relançamento remasterizado do 1o LP.

· “HITS BRASIL”, CD duplo da Globo Music lançado no inicio de 2000 reunindo os principais artistas brasileiros dos anos 70 que gravavam exclusivamente em inglês. Neste CD os PHOLHAS participam com My Mistake e She Made Me Cry.

· “PHOLHAS – Ao Vivo no Brasil!”, CD gravado ao vivo entre 2000 e 2001 em várias cidades brasileiras. É a primeira gravação independente da banda.

· “PHOLHAS, 70’s GREATEST HITS”, de 2003, gravadora BMG, considerado um dos melhores trabalhos vocais e instrumentais da banda, reunindo 14 grandes “hits” dos anos 70, recriados com novos arranjos. Como curiosidade este CD traz as participações especiais de 2 músicos convidados: Oswaldo Malagutti, 1° baixista da banda, nas musicas My Mistake e Stormy, e Marinho Testoni nos teclados.

· “PHOLHAS”, CD de 2005, gravadora SONY serie MAXXIMUM, reunindo 17 canções que foram grandes sucessos da banda, sendo que algumas antes só existiam em vinil:

· “PHOLHAS FOREVER”, 2009. Este é o 2° CD independente e a exemplo do primeiro só é comercializado nos “shows”.

No final de 2007 Helio Santisteban deixa definitivamente a banda, a partir de então Bitão, Paulinho e João Alberto resolvem não ter mais um tecladista fixo e sim um tecladista especialmente convidado para cada apresentação. Essa formula deu tanto certo que virou um atrativo a mais dos shows!
Em 2009 completando 40 anos ininterruptos de boa música, os PHOLHAS acumularam uma vasta experiência musical, colecionando vários discos de ouro, conquistando cada vez mais uma legião incrível de admiradores e firmando-se definitivamente como um dos maiores nomes do cenário “pop”, comprovado tanto nas gravações quanto nas apresentações que fazem por todo o Brasil e América do Sul e para comemorar lançaram o CD independente “PHOLHAS – Forever” (atualmente disponível somente nas apresentações) e o novo show “PHOLHAS – 40 Anos” que vem sendo aclamado pela critica como um dos melhores do gênero, tendo como destaque – alem das próprias canções, grandes “hits” dos “Bee Gees”, “Creedence Clearwater Revival”, “Elvis Presley”, “Rolling Stones” e é claro, uma bela homenagem à banda que foi a mais importante na carreira dos PHOLHAS: “The Beatles”.

the feversThe Fevers

Site Oficial: http://www.thefevers.com.br

Biografiathe fevers

The Fevers era uma banda brasileira de rock e pop formada no Rio de Janeiro em 1964 e associada ao movimento da Jovem Guarda. Fez muito sucesso na segunda metade da década de 1960 e início da década de 1970, vindo se consagrar nos anos 1980 com as aberturas das novelas (Elas por Elas e Guerra dos Sexos, da Rede Globo). O grupo continua em plena atividade até os dias de hoje.

Histórico
Criada em 1964, a banda originalmente se chamava The Fenders e seus membros originais eram Almir (vocais), Liebert (contrabaixo), Lécio do Nascimento (bateria), Pedrinho (guitarra), Cleudir (teclados) e Jimmy Cruise (vocais). Em 1965, Jimmy saiu do grupo e os membros remanescentes decidiram mudar o nome para The Fevers, foi quando entraram mais dois componentes, Miguel Plopschi em 1968 e Luiz Claudio em 1969.

Gravaram seus primeiros discos em 1965 e 1966 pela Philips, os compactos Vamos dançar o letkiss (versão de Letkiss), Wooly Bully (de Domingo Samudio, em versão) e Não vivo na solidão. Em 1966 apareceram no filme Na Onda do Iê-Iê-Iê.

Passando para a Odeon ainda em 1966, revelaram-se um dos mais importantes grupos vocais-instrumentais da Jovem Guarda. Fizeram (muitas vezes sem créditos nos discos) o acompanhamento instrumental de gravações de Eduardo Araújo (O bom), Deny e Dino (Coruja), Erasmo Carlos (os LPs O Tremendão e Você me acende), Roberto Carlos (gravações como Eu te darei o céu e Eu estou apaixonado por você), Golden Boys, Wilson Simonal (faixas como Mamãe passou açúcar em mim), Trio Esperança (LP A festa do Bolinha), Jorge Benjor (o LP O bidu/Silêncio no Brooklin) e o primeiro LP de Paulo Sérgio.

O grupo foi eleito melhor conjunto para bailes em 1968 e lançou um LP chamado Os Reis do Baile. No ano de 1968, entra na banda o saxofonista Miguel Plopschi, em 1969 o vocalista Luís Cláudio entrou para a banda cantando os grandes sucessos em inglês; em 1975 entrou Augusto César, no ano seguinte Pedrinho sai da banda. Em 1979, com a saída de Almir, a banda convidou Michael Sullivan que dividiu o vocal com Augusto César.

Em 1982 a música Elas por Elas (Augusto César e Nelson Motta) entrou na abertura da novela da TV Globo colocando o grupo como um dos grandes vendedores de discos e de shows do país. Em 1983, outra abertura de novela: a música Guerra dos Sexos (Augusto César e Cláudio Rabello) trouxe um público mais jovem a conhecer o trabalho do grupo. O componente Miguel Plopschi se desliga da banda e assume a direção artistica da gravadora BMG nessa época.

Em 1985, entra Miguel Ângelo como tecladista da banda, Michael Sullivan sai no ano seguinte. Em 1988, Augusto César grava um disco solo e convida o talentoso vocalista e guitarrista César Lemos que permanece 3 anos no grupo. Em 1988, é a vez de Cleudir sair.

Na década de 1990, outra mudança na banda: sai César Lemos e entra o guitarrista Rama. Por problemas de saúde, sai o baterista Lécio e entra Darcy. Almir Bezerra retorna à banda depois de 12 anos. Em 1994, Darcy dá lugar ao baterista Otávio. Com essa formação, os Fevers passam a década de 1990 sem fazer muito sucesso.

Em meados de 2000, Almir sai novamente da banda e quem assume o vocal principal agora é Luis Claudio.

comentários
  1. gostei do seu blog também obrigada pela visita esteja sempre visitando beijos t+ dps me passa seu msn http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=16111419570409771135 ai esta meu orkut para nos esta conversando mais

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